As lentes de contato dental são lâminas cerâmicas ultrafinas cimentadas sobre os dentes, indicadas para corrigir cor, forma e pequenas assimetrias com desgaste mínimo do esmalte. São planejadas dentro de uma avaliação que considera saúde gengival, mordida e presença de bruxismo. Casos com doença periodontal ativa, sobrecarga funcional ou grande perda estrutural exigem tratamento prévio antes de qualquer etapa estética.
As lentes de contato dental são lâminas ultrafinas de cerâmica cimentadas na superfície dos dentes. Corrigem pequenas fraturas, desgastes, manchas resistentes ao clareamento e desarmonias de forma, altura e alinhamento.
Na Sorridere, em Porto Alegre, elas fazem parte da odontologia estética e são planejadas dentro de um raciocínio maior, que integra função, saúde dos tecidos e estética. O trabalho é conduzido pelo Dr. Marcelo Barboza Borille, CRO-RS 14520, responsável técnico da clínica.
Esta página apresenta como o tratamento acontece aqui. Para o conteúdo completo sobre indicações, planejamento, formatos dos dentes, materiais, manutenção e dúvidas frequentes, o Dr. Marcelo mantém um portal dedicado exclusivamente ao tema.
Acesse o portal completo sobre lentes de contato dental
O que as lentes resolvem, e o que não resolvem
Costumam ser indicadas para:
- manchas que não respondem ao clareamento dental;
- pequenas fraturas e desgastes nas bordas;
- diastemas, os espaços entre os dentes;
- desproporções de forma, largura e altura;
- pequenos desalinhamentos, quando a ortodontia não é necessária ou não é desejada.
Exigem tratamento prévio ou outra abordagem quando há:
- doença periodontal ativa, que precisa ser tratada antes, como descrito em periodontia;
- bruxismo não controlado, que aumenta o risco de trinca e descolamento;
- cárie ativa ou infiltração em restaurações;
- perda estrutural extensa, situação em que a faceta de porcelana ou a coroa de porcelana podem ser mais indicadas;
- desalinhamento acentuado, que se resolve melhor com aparelho ortodôntico prévio do que com desgaste do dente.
Esse último ponto merece destaque: alinhar antes com aparelho permite lentes mais finas e mais conservadoras, com menos remoção de esmalte. É uma das integrações mais úteis entre especialidades, conduzida em conjunto com o Dr. Giovani Borille.
Como o tratamento acontece na clínica
O planejamento parte do resultado pretendido e retrocede até as etapas necessárias. Em linhas gerais:
Avaliação e documentação. Exame clínico, fotografias e modelos ou escaneamento, com análise da mordida, da gengiva e da estrutura disponível.
Planejamento e ensaio do sorriso. Enceramento diagnóstico e mock-up instalado na boca, o que permite ver e ajustar forma, volume e proporção antes de qualquer desgaste definitivo. É a etapa que mais evita frustração.
Preparo e provisórios, quando indicados, com a menor remoção de estrutura possível para o caso.
Prova e cimentação das peças definitivas, com ajustes finais de cor, forma e adaptação.
As etapas de preparo dos dentes e de cimentação das lentes estão detalhadas em páginas próprias.
O Dr. Marcelo desenvolveu, a partir da própria prática clínica, o Protocolo Borille, que sistematiza esse percurso e é ensinado por ele em cursos para outros cirurgiões-dentistas.
Manutenção
Lentes exigem acompanhamento, e a limpeza profissional segue protocolo próprio, com jato de pó de baixa abrasividade e uso seletivo do ultrassom, para preservar o glaze e as margens. O protocolo completo está no guia de limpeza em dentes com lentes.
Quem tem bruxismo costuma precisar de placa de proteção, e o controle da mordida entra no acompanhamento periódico.
Sobre valores
O Código de Ética Odontológica não permite a divulgação de preços, descontos ou promoções em canais de comunicação. O que se pode dizer é o que compõe o investimento: a complexidade do caso, o número de dentes envolvidos, a necessidade de tratamentos prévios como periodontia, endodontia ou ortodontia, o material escolhido, o tempo clínico e o acompanhamento posterior.
Por isso o valor é apresentado na avaliação, junto com o plano completo, e não por telefone.
Agende sua avaliação em Porto Alegre
A avaliação analisa a condição dos dentes e da gengiva, a mordida e o que você espera do resultado, e termina com as opções reais para o seu caso, incluindo prazos e limitações. A Sorridere atende na Rua 24 de Outubro, 1440, bairro Auxiliadora, de segunda a sexta, das 9h às 19h.
Perguntas frequentes
Lentes de porcelana danificam os dentes?
Quando bem indicadas e executadas com abordagem minimamente invasiva, não. As lentes foram desenvolvidas justamente para preservar ao máximo o esmalte. O que compromete o dente é o desgaste excessivo e a cimentação ou adaptação inadequadas, que favorecem infiltração. O planejamento define, antes de começar, quanto de estrutura será preservado.
Quanto tempo leva o tratamento?
Em média de três a quatro semanas, da avaliação à cimentação, variando conforme a complexidade e a necessidade de tratamentos prévios. Casos que exigem tratamento gengival, endodontia ou ortodontia antes seguem outro prazo, apresentado no plano.
Qual a diferença entre lente de contato e faceta de porcelana?
A lente é mais fina, em geral entre 0,2 e 0,5 mm, com preparo mínimo ou nenhum desgaste visível em casos selecionados. A faceta é mais espessa, entre 0,5 e 1,5 mm, e exige desgaste moderado para acomodar a cerâmica. A escolha depende da estrutura remanescente e do quanto é preciso corrigir. Veja faceta de porcelana.
Que manutenção as lentes exigem?
Escovação correta com creme dental pouco abrasivo, fio dental diário e consultas de manutenção periódicas, com protocolo de limpeza adaptado à cerâmica. Em quem tem bruxismo, a placa de proteção é parte do cuidado. O detalhamento está no guia de limpeza em dentes com lentes.
Onde encontro informação mais completa sobre lentes?
No portal dedicado ao tema, mantido pelo Dr. Marcelo Borille, com conteúdo aprofundado sobre indicações, planejamento, preparo, cimentação, cor, materiais e manutenção.
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem consulta presencial, diagnóstico individualizado ou planejamento clínico específico.
Conteúdo revisado por Dr. Marcelo Barboza Borille, CRO-RS 14520, responsável técnico da Sorridere (CRO-RS EPAO 2231). Última revisão: agosto de 2026.